Quinto desafio: A babá eletrônica

Novidade: Comprei a babá eletrônica e o carrinho de bebê. Como do carrinho já falei, agora vamos ao comentário sobre a babá. Espero que seja útil para algum pai perdido né?

Para início de conversa, escolher uma babá eletrônica é uma arte. Na boa, existem centenas delas – pelo menos lá fora, onde o Amazon diz que são centenas – e cada uma tem seus prós e contra. Então como escolher?

Bom, primeiro veja o que realmente que: Existe babá eletrônica só com o áudio, com áudio e vídeo, com áudio, vídeo e internet e, por último, com tudo o que falei mais sensores para monitorar o pequeno.

Minha análise:

1) Babá eletrônica só com áudio:

VTech 30 doletas

Modelo da VTech custa US$ 30.

É a tradicional. A vantagem é que o preço é bem melhor, né? A partir de 30 doletas você compra uma lá fora (no caso, a da foto). Aqui está mais de R$ 100. Aliás, como a cota para tributação é de US$ 50, se você tiver tempo pode encomendar lá fora. Para quem não tem experiência em compras internacionais, vale a pena aproveitar que o ebay lançou sua versão em português (a qual não relaciona baby monitor com babá eletrônica, é verdade). A dica é procurar um vendedor com boa reputação viu? No mais é aguardar…porque pode demorar ou não, vai da sua sorte. 😉

A desvantagem? Como não vê a criança, você tem que imaginar o que ela está fazendo pelo que ouve. Daí você precisa ir lá onde ela está e dar uma olhada presencial mais vezes, né?

2) Babá eletrônica com câmera:

Levana Stella

Essa é a Levana Stella: A Levana tem umas babás bem legais, que você consegue mover a câmera remotamente. Compraria fácil se não estourasse o orçamento. Aproximadas 170 doletas. 😉

Essa aí ganhou minha preferência. A maioria dos modelos tem câmera com visão noturna, permitindo ver o bebê com alguma nitidez. Algumas permitem, inclusive, gravar o vídeo do bebê…assim você ouve e vê a criança, facilitando uma espiadinha à distância.

Vtech Video

Com o orçamento curto, optou-se pela VTech. Média de 120 doletas lá fora. Perde-se a mobilidade da câmera, mas se enquadrar direitinho não será um problema 🙂

3) Babá eletrônica com internet:

Modelo da Uniden com internet

Esse modelo tem internet mas nem foi tão bem avaliado. De toda forma, não quero meu bebê na web 😛

O que a pessoa pensa quando se depara com este equipamento? Oba! Poderei ver meu filho a qualquer momento, de onde estiver no mundo! uhuuu!

Seria lindo se não fosse uma questão séria: a segurança. Sinceramente, eu não confiava em usar uma destas, mesmo antes de ler esta notícia. Ademais, é mais interessante ver o bebê ao vivo do que de longe né? 🙂 E qualquer coisa quem estiver com ele pode usar um Skype da vida e resolvida a questão.

Ah, e se ainda assim deseja um modelo desses, veja se vem com um monitor. Ou você vai ficar abrindo o aplicativo do celular ou o site da internet pra olhar seu filho no meio da noite?

4) Babá eletrônica com vídeo e sensores:

Levana com sensor

Você prende o sensor na frauda do bebê e ele monitora a respiração. O que falta inventarem?

Essas aí são bem interessantes para os casos específicos em que é necessário acompanhar sinais vitais do bebê, por exemplo, quando ela tem distúrbios do sono. Tirando estes casos, acho um excesso.

Agora…cada uma destas configurações tem dezenas de modelos. Escolha o seu e seja feliz! Optei pelo Vtech com vídeo porque tem uma boa relação custo x benefício.

Obs: O Léo Vargas apareceu por aqui mostrando que nós homens estamos muito bem representados. Seu blog, Coisa de Pai, é bem interessante, com posts que caberiam aqui facilmente! Já vi que nós, pais, temos reações mais similares do que eu imaginava em relação à gravidez! rs

*Atualização: Nada como o uso para avaliar um produto não é? Então, uma avaliação da Vtech está aqui.

Abraços!

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4 respostas em “Quinto desafio: A babá eletrônica

  1. Opa, ganhei menção.. Hehehe
    Valeu maninho! Pai é igual a mãe, só muda o endereço. Hahahaha

    Bem, falando da minha experiência com as babás eletrônicas.
    A não ser que sua casa seja muito grande, basta uma somente com áudio. Por pelo menos uns dois/três meses, vocês estarão colados no bebê e depois disso, colocando no quartinho, qualquer choro vai fazer vocês voarem para lá, sem nem sequer ver alguma coisa. Passando esse período eles podem continuar chorando por querer a presença de alguém e isso também vai forçar vocês a estarem lá…rs

    Não, eu não usei a babá para períodos diurnos, ela sempre esteve no mesmo ambiente que nós, ou em outros potencialmente seguros.

    A diferença da grana que vai economizar, compra algumas roupas…ou já guarda para a faculdade da criança kkkkk

    Abração!

  2. Fala Léo!
    Olha, minha esposa apontou uma necessidade que entendi por justificar a babá eletrônica: Quando ela estiver só com o bebê e cozinhando, ou seja, um uso diurno mesmo. E realmente o uso será mais no futuro, com a criança maior, fase em que poderá se mover pelos cômodos mais facilmente…ou mesmo tentar escalar berço, etc.
    De fato a diferença já dava para ajudar nas roupas! Mas quebraremos o porquinho por uma boa causa! rs
    Quanto à faculdade…sou otimista, o bebê vai crescer estudioso e entrará numa pública 😛 kkkk

    Abraços!

  3. Eu concordo plenamente com a questão do custo/benefício. Ao fazermos um enxoval devemos pensar nos itens inseridos no conjunto (para não gastar demais com um item menos expressivo no quesito prioridade), então, nada melhor do que analisar as reais necessidades comparando com o que o mercado oferece. Acho que acertamos na escolha, só espero que a tela não seja muito pequenininha. 😛 Adorei o post!

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