Reavaliando: Travel System da Britax

Bom pessoal,

Após séculos consegui um tempinho (e disposição) para reavaliar o conjunto cadeirinha (bebê conforto) + carrinho de bebê da Britax. No caso, o nosso modelo denomina-se B-Agile. (Para ver as informações no site do fabricante, é só clicar neste link).

O que gostei:

1) É muito fácil fechar e abrir o carrinho: Aperte um botão e puxe uma alça de pano e pronto, o carrinho está dobrado; Vire a trava e solte o carrinho e ele está aberto de novo.

2) Dá para acoplar a cadeirinha: Com um pequeno adaptador, você consegue por ou tirar a cadeirinha no carrinho do bebê.

3) A cadeirinha tem uma base que você deixa montada no automóvel: No caso do meu carro, a base fica no veículo e basta conectar facilmente a cadeirinha, com ou sem o bebê. Aliás, no meu veículo tem ISOFIX, tornando mais segura a conexão. Todavia, já usei a base em outros carros sem o isofix e só precisa ter cuidado para ela não inclinar muito no banco, já que a pressão do cinto é toda sobre uma ponta. Se necessário, usar uma toalha (veja o manual) para compensar um pouco essa pressão.

4) A cadeirinha passa uma impressão – que não vi em muitas das nacionais – de ser muito segura.

O que não gostei:

1) O manual, bem como  o site do fabricante, não detalha a questão da regulagem dos cintos. Explico: Apesar de expor como fazer para regular o cinto do bebê, não existe a explicação ergonômica da posição mais adequada de por o neném. Sofri muitoooo com o Miguel pequeno por isso, e até hoje tenho dúvidas se era uma questão de melhor regular o cinto no fundo da cadeira, ou se era um fato decorrente da cadeira servir desde o RN até uma criança bem maior. Destaco que o meio desta cadeira é bem fundo para os RNs, que ficam meio esquisitos por ali. Com cólica então… a situação ficava ruim!

2) Calor: O bebê sua bastante na cadeira em razão da dificuldade de ventilação nas suas costas. Claro que tal fato deve ser visto frente a segurança que isso traz, pois a cadeira acaba por “abraçar” seu ocupante, trazendo maior garantia em eventual colisão lateral. Ah, também decorre do tecido da cadeira, a vantagem é ser mais fácil de lavar.

3) O carrinho tem um cinto meio tosquinho, e é necessário manter a criança afivelada para evitar escorregar: Confesso que usei pouco o carrinho sem acoplar a cadeirinha, mas deu para notar que a posição do bebê não é das mais confortáveis. Talvez quando crescer (agora o Miguel está com 6 meses) esta questão seja mitigada.

Bom, no momento é isto, se lembrar de mais coisa posto aqui 😉

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