Voltamos de viagem!

E darei umas dicas para quem viaja com grávidas, principalmente as que vão comprar o enxoval lá fora.

Primeira dica: Tenha um seguro viagem para a grávida.

– Atenção: Não serve o do cartão de crédito, aquele que recebe gratuitamente quando você paga as passagens aéreas internacionais com cartões de algumas categorias (o Visa Platinum, por exemplo). Isto porque ele tem cláusula excludente de complicações decorrentes da gravidez, conforme abaixo:

“Limitações ou exclusões

Qualquer complicação devida à gestação, parto ou aborto espontâneo ou provocado, inclusive as que ocorram durante o primeiro trimestre da gestação”.

No caso da nossa viagem, fiz cotações com corretoras de seguro em que se destacavam as operadoras de seguro Travel Ace e Assist Card. Alguns bancos também oferecem, mas nos poucos que procurei não encontrei proposta razoável.

Daí que, pelas pesquisas com viajantes que realizei na internet, tinha uma outra opção muito interessante que é a World Nomads. Acabei fechando com esta última em razão da cobertura e valor, mas destaco que a empresa não é brasileira e que existe uma coparticipação de US$ 100 em caso de uso.

Por fim, informo que não precisei usar o seguro \o/, mas é importante lembrar que você não estará no seu país e corre risco de se deparar com cobertura médica cara!

 

Primeiro desafio: O médico.

Vamos lá, você quer ter um filho, a futura mãe também, e aí vem a primeira questão. A escolha do médico.

Tal decisão é muitas vezes deixada a cargo exclusívo da mãe. Isso quando o guia do plano de saúde não é o grande guru da escolha. Mas, no meu caso, eu acho fundamental acompanharmos umas consultas, afinal, gineco/obstetra é a pessoa que conhece a intimidade da mulher tão ou mais que você! (pelo menos do ponto de vista fisiológico :P), e também vai ajudar a preparar o terreno pro filhão, bem como acompanhar a gravidez do casal.

Assim, fui eu lá na gineco da esposa depois de fazer um breve dever de casa, qual seja, informar-me do que é considerado um bom obstetra e, de cara, não me identifiquei. Não que ela fosse uma má ginecologista, ou seja, profissional que atua na área da saúde reprodutiva, mas sim que fosse uma obstetra com um perfil que, para mim, não era adequado ao futuro nascimento do bebê.

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Descobrimos que estamos grávidos. E agora?

Olá leitor 🙂

Como primeiro post, resolvi escrever sobre essa questão: E agora? E fiz questão de por o título “estamos grávidos” já que, apesar da gravidez criar uma verdadeira transformação no corpo da mulher, ela também traz consequências a nós, os pais.

E esse é um ponto que vejo pouca abordagem: A “gravidez” masculina. Afinal, junto àquele bebezinho que está por vir, também começam os desafios de assegurar o conforto tanto para a esposa  – mamãe em formação – quanto os relacionados aos preparativos para a vinda do filhão.

Mas e aí?! E agora, oras?

Acho que minha reação ao descobrir a gravidez foi um misto de empolgação e preocupação! Empolgação pois um filho é um grande presente, eu já estava com os instintos paternais bem aflorados e sempre gostei de criança. Mas…e a preocupação?

Estou preparado para ser um bom pai?

Bom, acho que essa pergunta ressoará durante a vida toda né? Prefiro crer que, ao fazer o melhor possível para o meu filho, estou sendo um bom pai.

Afinal, a partir deste momento eu e meu filho temos um acordo selado para a vida, qual seja: De prover o possível para que ele tenha condições de encarar o mundo de forma preparada e, ao mesmo tempo, de peito aberto aos desafios de sua vida!

É…criar filho não é obra somente para a mamãe não, acho que o papel do pai é fundamental. Aliás, até mesmo os pais que não moram com os filhos podem colaborar com isto, é só se empenharem em dar afeto que as crianças gostam mais do que presentes caros 😉

Bom, nos próximos posts eu vou focar mais nas minhas indagações do momento – na maioria de ordem material, dentro do desafio da montagem do enxoval e quarto do bebê. Com a gravidez no quarto mês, acho que já tenho alguns apontamentos interessantes para colocar aqui! Pai também tem vez viu? Afinal, o blog surgiu de uma idéia de um espaço para nós mostrarmos para elas que gravidez não é só coisa de menina nãããão! rs

Por fim, uma indagação: Alguém conhece blogs nos quais os pais debatam a gravidez? As mães já vi que tem milhares!

Abraços!